Com a voz baixa, quase sussurando, disse:
-- Chupa, vai. Chupa meu cacete, vai.
Ela reclamou da falta de espaço:
-- Aqui é muito apertado! Vamos para outro lugar. Tá muito quente! No meio da rua é perigoso.
-- Estou sem dinheiro para o motel, disse ele. Vou deixar você em casa. É melhor.
Deu-se por vencida:
-- Então fecha os vidros.
E continuou:
-- Põe pra fora.
-- Põe você. E abre sua calça pra eu ficar pegando, disse ele, sempre com a voz entre sussurando e sôfrega.
Parando para respirar, ela disse:
-- Ai, que calor! Tem certeza de que os vidros são escuros? Nós estamos no meio da rua!
-- A esta hora todos estão dormindo. E eu gosto é do perigo.
Uma pausa. E ele continua:
-- Tira logo a tua calça toda, vai. Quero pegar na tua bucetinha.
-- Vai dar o maior trabalho para vestir!, ela advertiu, com a calça já abaixada até o joelho.
Quando ele começou a tocá-la, ela fechou os olhos de prazer, abriu mais as pernas e começou a movimentar lentamente, para frente e para trás, a pélvis.
Ele disse então:
-- Segura meu cacete, vai. Gosta no cuzinho?
Ela começou a masturbá-lo com força, até que parou, levantou a blusa, abaixou o sutiã e debruçou-se mais uma vez sobre o pênis do rapaz. Engoliu-o o quanto pôde, com uma das mãos masturbando-o e massageando-lhe o saco. Depois, com zelo, segurando firme, passou o membro do rapaz por todo o ventre e seios.
Ele sentia algum prazer, enquanto olhava para a rua escura, pensando a que horas iria chegar em casa. Olhou para ela: estava com os olhos fechados, no rosto enorme felicidade, felicidade de quem sente enorme prazer. O prazer de vê-la rendida ao membro dele era maior, muito maior, do que o prazer físico.
Disse então para ela:
-- Gosta do meu cacete, gosta?
-- Adoro. Queria ele em outro lugar, ela respondeu, com a voz baixa.
-- Quer ser minha puta? só minha?
Ela parou, sentou-se e ficou calada:
-- Putz, o que foi? Falei "puta" de maneira carinhosa. Ser puta de apenas um homem não é ruim. Homem gosta é de puta, mas de uma puta que seja só dele.
Puxou-a com força para si, indo com a mão diretamente aos seios dela.
-- Ah, me beija, vai. Deixe de coisa.
Aos poucos ela cedeu.
-- Vamos para o banco de trás. Quero comer você agora.
Com os vidros completamente embaçados, ele estocava-lhe o pênis com tanta força que ela mal conseguia segurar os gemidos. Suada deveras, com o rosto contra o vidro lateral do banco traseiro, ela mais uma vez parou, sentou-se e ficou calada quando ele disse:
-- Tá gostando de meu cacete dentro de ti? tá gostando, tá? rebola a bucetinha, vai. quer ser minha puta? só minha? quer?
Passou um bom tempo calada.